história
Penafiel já foi conhecida por Arrifana do Sousa, e foi com o nome atual que ganhou o lugar que ocupa na história do Tâmega e Sousa. Em 1770, no reinado de D. José I, recebeu o estatuto de cidade e, no mesmo ano, foi elevada a sede episcopal. A Igreja da Misericórdia foi escolhida para catedral, num momento em que a terra se via, de repente, no mapa religioso do país.
A glória durou pouco. No reinado de D. Maria I a diocese foi extinta e reintegrada no Porto, mas a cidade não perdeu o que tinha conquistado: o peso de um centro urbano com igrejas, solares e uma identidade própria. Ainda hoje o feriado municipal é a 11 de novembro, dia de São Martinho, padroeiro da cidade.
De Penafiel fazem parte a Igreja Matriz, as igrejas do Carmo, da Misericórdia, do Calvário, da Ajuda e do Sameiro, e o pelourinho. Pelo concelho, o património vai muito além do centro: o mosteiro de Paço de Sousa, o santuário de Nossa Senhora da Piedade, o castro de Monte Mozinho, a anta de Santa Marta, a ponte de Cepeda e solares como os dos Brandões e dos Balsemões contam séculos de ocupação e de fé.